sábado, 18 de setembro de 2010

Ainda é trabalho...

Existem muitos trabalhos hoje em dia, com carteira assinada, ou não. Pessoas que fazem de tudo, às vezes até trabalho “semi-escravo”, só para ter algo para comer no final do dia. E existe também trabalho honesto e desonesto, limpo e sujo, bom e ruim. Sempre rotulam a ação “trabalhar” de diferentes formas. Mas um trabalho sempre foi mal visto pela maioria das pessoas: A prostituição. Mas por que isso?
Garotas de programa, damas de companhia, prostitutas, ou simplesmente putas. Muitos nomes para o mesmo trabalho, o que já é um sinal de diferença. Muitas pessoas falam sobre a prostituição sobre diferentes aspectos, que são eles: o masculino e o feminino. Vamos começar com o feminino, primeiro as damas, sempre.
A maioria das mulheres (as que não trabalham no ramo) acha nojento, horrível, repugnante, escroto, e sempre tem pelo menos 10 nomes para usar contra esse trabalho. Muitas dizem que elas acabam com casamentos, são fúteis, sujas, dentre outras baixarias usadas hoje em dia. Já os homens fingem que não gostam para agradar as mulheres, porque apenas uma parte dos homens realmente não gosta. Muitas vezes eles falam para ficar bonito na foto, e não serem titulados de “tarados” pelas companheiras ou amigas.
Minha opinião é: do mesmo jeito que existe mulheres nessa “atividade”, existem homens. Só destroem casamentos os que vão procurar enquanto estão casados, ou seja, eles são realmente tarados. É um trabalho, e cada um tem o direito de viver como quer, desde que não atrapalhe o coleguinha. Eu particularmente também acho nojento alguém transar a noite toda com pessoas diferentes, mas cada um cada um. E vamos respeitar aí!
Se não gosta de prostituição, basta não ir atrás, que não tem problema nenhum. Se seu marido vai atrás, é porque você é fraca de cama, pense nisso... Se sua mulher vai atrás, danou-se tudo camaradinha! Você é broxa e pronto. O importante é não ser preconceituoso com as pessoas, só pelo trabalho, ou estilo de vida. EU não conheço nenhuma prostituta ou gigolô por ai, mas deve existir gente boa pelo mundo. Então, preconceito é coisa de viadinho, vamos parar com isso!

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