sexta-feira, 13 de agosto de 2010

A Vida na Mão Deles...

A pena de morte é muita discutida no mundo todo. Alguns acham que é crueldade, e que ninguém tem o direito de tirar a vida de outros. Enquanto isso, alguns pensam que está certo, e quem mata deve morrer. Mas o que é realmente certo neste mundo bagunçado?
Muitas pessoas que perdem alguém que amam de forma trágica, em um assalto, ou sequestro, algo que envolva um ser humano matando outro, sentem raiva, e clamam por justiça. Nisso, aqueles defensores da vida falam que é errado, e não se pode matar alguém, se não você estará agindo como eles... Depois rebatem, falando que não foram eles que perderam alguém, e assim vai. Maior besteira em minha opinião.
Nunca vai mudar, porque existem pensamentos diferentes, e é assim que as pessoas são, diferentes. Não são sem coração, só interpretam de formas diferentes as coisas. Se todos possuíssem o mesmo pensamento, seria horrível. Mas uma coisa que me perturba é o governo comandar isso, como se fosse algo normal. Não no Brasil, porque não há pena de morte, mas nos Estados Unidos, por exemplo... “Vamos matar um hoje, prepara a injeção! Ai o outro responde: OK!... E é esse o diálogo.
Se eles estão morrendo porque mataram alguém, como você mata a pessoa? Não seria a mesma coisa, um ciclo meio vicioso? Acho que se alguém tivesse o direito de matar, seria alguém da família da pessoa que ele matou, e não a droga da polícia. O trabalho deles é prender, e não matar. Só que acho que querem aparecer, sei lá eu.
Mas enfim, se alguém tem o direito de matar, é quem perdeu, na minha opinião. O governo controla até quem morre e vive agora, como pode? Não em todos os países, lógico. Mas não devia ter isso em nenhum país. Neste assunto sou a favor do anarquismo mesmo. Quem matar deve morrer, mas não é o governo que tem que se intrometer... Como no velho oeste!
Quem pode decidir quem vai morrer ou viver? Acho que só quem passa pela dor de perder alguém assim, é que pode dizer. Será que existe um homicida dentro de cada um? Não quero descobrir, mas que o governo está cheio, está.

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